Profissionais são orientados sobre riscos na cidade Marcos de Paula Estadão
Médicos de Cuba que chegaram ao Rio para atuar nas favelas da capital
fluminense receberam orientações sobre como se comportar em áreas de
risco. Eles seguirão protocolos da Cruz Vermelha Internacional para
zonas de conflito, afirmou o coordenador de área da Secretaria Municipal
de Saúde, Roberto Raposo.
Entre outras recomendações, os médicos foram orientados a usar jalecos
nos deslocamentos na favela, andar com o crachá de identificação e
'avaliar a dinâmica do território'. 'Nós seguimos a dinâmica do local.
Se o comércio está fechado, se as escolas suspenderam as aulas, nós
interrompemos o atendimento. Se observamos que a situação está tensa,
podemos funcionar sem a atividade externa, por exemplo', afirmou.
Na terça-feira, 5, duas médicas cubanas visitaram a Clínica da Família
Maestro Celestino, na Favela Palmeirinha, na zona oeste. Enquanto elas
visitavam a unidade e conversavam com pacientes e outros profissionais,
do lado de fora do posto havia homens com rádios transmissores. Elas
disseram que não se sentiram intimidadas.































