5 de novembro de 2013

Médicos cubanos chegam ao Rio

 Profissionais são orientados sobre riscos na cidade                                          Marcos de Paula Estadão
Médicos de Cuba que chegaram ao Rio para atuar nas favelas da capital fluminense receberam orientações sobre como se comportar em áreas de risco. Eles seguirão protocolos da Cruz Vermelha Internacional para zonas de conflito, afirmou o coordenador de área da Secretaria Municipal de Saúde, Roberto Raposo.
Entre outras recomendações, os médicos foram orientados a usar jalecos nos deslocamentos na favela, andar com o crachá de identificação e 'avaliar a dinâmica do território'. 'Nós seguimos a dinâmica do local. Se o comércio está fechado, se as escolas suspenderam as aulas, nós interrompemos o atendimento. Se observamos que a situação está tensa, podemos funcionar sem a atividade externa, por exemplo', afirmou.
 Na terça-feira, 5, duas médicas cubanas visitaram a Clínica da Família Maestro Celestino, na Favela Palmeirinha, na zona oeste. Enquanto elas visitavam a unidade e conversavam com pacientes e outros profissionais, do lado de fora do posto havia homens com rádios transmissores. Elas disseram que não se sentiram intimidadas.